Cajazeiras-PB, 17/10/2017

[RAFAEL HOLANDA] Lágrimas ao vento

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Quantas lágrimas serão derramadas, para que possamos compreender que a simplicidade do viver é capaz de trazer alegrias que pintarão aos nossos olhos à luminosidade do amanhecer.
Quantos sofrimentos teremos que vivenciar, para que possamos sair do nosso comodismo, levantando a bandeira da luta aliviando as dores e buscando implantar a felicidade.
No mundo, onde a dor se fez canção, onde o maestro desta fatídica orquestra pode ser encontrado em todos os recantos, inclusive em casa, nos resta buscar na fé a melhor terapêutica.


A palavra se perdeu ao vento, não há mais alegrias entre as pessoas, e o pequeno muro que separava as casas se transformou em muralha e o dialogo foi silenciado.


A família colocou uma cerca, que impede a beleza singular do antigamente, onde as alegrias incontidas de tantos se tornavam rios de felicidades para todos.


Já não há o sentimento do abraçar, do respeito, e do compreender, que na estrada longa e curva da vida tem suas respostas a todas as aberrações existentes.


Vamos nos unir, e mostrar que os sonhos dos nossos pais são exatamente os nossos, e que os filhos se tornem novos espelhos para que seus filhos não sofram decepções.


Vamos voltar a nos encantar pelas reuniões familiares, onde as divisões de alegrias se transformem em bençãos capazes de neutralizarem a misérias que o mundo mostra.


Deus nos mostrou com construção do mundo, que tudo pode ser conseguido com amor, que tudo pode se transformar em mensagens capazes de consolar, muitas das vezes o inconsolável.”

SOBRE RAFAEL HOLANDA

RAFAEL HOLANDA
Médico e escritor. Reside em Campina Grande-PB.

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