Meu pai

A COLUNA DE RAFAEL HOLANDA

COISAS DE CAJAZEIRAS
DOMÍCIO HOLANDA /FOTO: ACERVO PESSOAL

Meu pai, nosso herói, que nas tempestades das nossas agonias, cobria com o manto de tranquilidade o mar de duvidas que campeava a nossa cabeça.

Meu pai, nosso aconchego, berço das nossas confissões, e atalho para nossas conversas mais intimas, você era meu mestre contador de histórias e exemplos que guardo como recordações.

Meu pai, tão necessário para nossa formação intelectual e afetiva como o leite materno para o desenvolvimento do nosso organismo.

Meu pai, cheiro constante de esperança para nossos dias, que brilhava a cada momento, e sabia com seu jeito de ser exprimir só em gestos o mais profundo pensamento.

Meu pai, alicerce maior nos nossos primeiros passos, benção de Deus e escudeiro da nossa estrada, que apesar de preparada ainda era tão desconhecida.

Meu pai, amigo maior dos nossos incontáveis momentos de decepções, suporte das nossas tempestades, não existindo abismo na nossa profícua convivência.

No Comment

Leave a reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *