Cajazeiras-PB, 18/11/2017
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Enfraquecido, RC não consegue unir seu grupo político em Cajazeiras

O governador Ricardo Coutinho (PSB) não anda mais com aquela força política que parecia ter há bem pouco tempo. Isto começa por Cajazeiras, onde o mandatário paraibano não consegue unir o grupo de oposição em torno do nome de Jeová Campos (PSB) para deputado estadual.

Ricardo Coutinho bem que tentou, mas não evitou que o ex-prefeito Carlos Antonio (DEM) tomasse rumo diferente e passasse a apoiar o nome do ex-vice-prefeito Júnior Araújo (PTB) para deputado estadual. A informação foi confirmada pelo próprio ex-prefeito durante fala à Rádio Alto Piranhas. Carlos Antonio disse que não há mais possibilidade de apoiar Jeová e que não fala mais sobre o assunto.

Com a decisão, o grupo de oposição de Cajazeiras sai rachado e vai dividir os votos com Jeová e Junior Araújo. Com a desunião, o governador Ricardo Coutinho mostra que não tem mais tanta força política em Cajazeiras como há bem pouco tempo.

COM INFORMAÇÕES DO TRIBUNA 10

SOBRE Christiano Moura

COMENTÁRIOS

  1. Edilson Dias Fernandes

    É isso ai, caríssimo jornalista CHRISTIANO MOURA.

    É de caldo de feijão. Vitamina F (de o Feijão) macassar. A maravilha que possa vir fortalecer a musculatura da classe política paraibana. A cada região coestadual, dia a dia, menos coesa.

    Pouco me consta que o vetusto companheiro Jeová (este batedor de esteira corre nos prados em o) Campo democrático desde a transição que o fez optar d’A Estrela solitária do PT para a aridez d’Os Florais (de o girassol, matéria plástica, sem autônoma combustão biogás).

    Ouçamos as Cantatas e Fugas de J. S. Bach.

    Nada impede que o preclaro amigo J.C., possa voltar ao exercício de sua livre docência, junto as Ciências Juridicas, no Campus da UFCG, em Sousa. Ou voltar a subir os batentes do seu escritório de advocacia em retomada das lides que o estabelece à Praça João Pessoa, com sabor acre do suco de Cajá.

    Deduzindo-o desde as bases petistas de sua tenra origem. A casa partidária paterna poderá receber volta, este e outros Filhos pródigos. Em se tratando do mais atuante parlamantar da base, em o nosso Episcopal, junto aos jardins de invisíveis regas em O Palácio da Redenção.

    Presumindo-se abstrata extração de óleoginoso giro em torno do Sol em adusto réis do chão d’A Grande Depressão sertaneja, politicamente depois de computados sufrágios e ex-votos.

    Do conceituado historiador José Otávio, na ponta da agulha de sua vitrola, o escutamos afirmar que: o Rei Ricardo III destituiu velhas lideranças a moda da República Velha, mas que até o presente, O Mago não fez por consolidar nenhuma outra nova liderança na atual conjutura política Paraíba.

    No Sertão, nem algures.

    Depois da revolta dos índios Tapuias quando os nossos antepassados Caboclo Linos (dos quais somos atávicos remanescentes em a nossa livre criticidade concidadã). Eles flecharam com setas de tingui o poder d’O Fogo que advinha com a beligerante pólvora no trambuco. Executaram o mais temível sertanista, Teodósio de Oliveira Ledo.

    Mediante propgunado hiato em parâmetro. Hoje. Não há liga entre os passitas d’O Cordão Encarnado, no bairro do Varadouro (em arquidocesana cidade de N.S. das Neves), e o entrudo de saudosa maloca n’A Vila da Rainha.

    Na direção do Estuário do Rio Paraíba liquidificam-se dois picoles de manga derretidos: Lucélio e Luciano, com as cara de taxo não perdem a oportunidade de, fora de época do tríduo momesco, sair por aí com uma camisa borda como peixe fora d’água; fantasiados de Patati & Patatá, pelo interior da Paraíba adentro.

    Quem sabe para não se afogarem? No caos que se encontra a Alcade que o PDS admistra, se encontra a deriva, sob a precipitação nesta última Estação de chuvas intermitentes.

    Depois d’Ouvir o brado hip-hop dentro o entrecasca ovíparo de quem, ejetado n’O Parque do Povo, se apercebeu, literalmente OVOcionado!

    Romero Rodrigues se põe bricolado. O prefeito de verdes campinas a vaticinar dizer adeus. Prospecta alçar voo com os que farão diferentes em propositiva revoada, a plumagem tucana reconta os seus cafifes. RR é o mais novo Papagaio de Pirata na comitiva do governador in. Vitro.

    Caso viva ou morra nuestro Estado de Poesia.

    Cromossomo amigos da Lira concreta.

    Diga-me, meu caro Escriba, onde é você encontrará uma Banda de
    Música cujos pratos, vazios, não as desafine?

    Desconfiguradas, isto sim. Por culpa da nova geração wat-zap que tem preguiça de ler. Até placa de trânsito!

    O Hospital de Trauma destas criaturas anda congestionado. Com certeza, por lá, não tem gesso para rimas de pés quebrados!

    Como é que O Sertão possa dá as cartas a cabeceira d’A Mesa? Nesse jogo político de quem não sabe, com a legitimidade respaldada por a soberania popular, qual será a regra que a convicção do árbitro de plantão arguirá na prorrogação a terceira margem do alambrado? Sem exequível melé na manga da camisa, o isolado eleitor se considera carta fora por quem o embaralha com vileza.

    A mercê de estupidas decisões poderão surgir mais descalabros e tempo mais instáveis por um simples ato a bico de pena d’O congresso nacional de empalhados ornitonicos.

    Não a ha nada que possa nos garantir daqui em diante, quanto a normalidade das Eleições 2018, antivistas. Postergadas, no 3subsolo do Palácio Jaburu. Por quem tanto se opôs infundado às pedaladas de tia Dilma, quita em sê-lo o favorecido por a miopia do STF que faz cupper e, nesta falsa zona de conforto, se acumplicia aos atos subscritos por a tia Carmem Lúcia, fria a sal.

    Onde encontrarei asilo político por fim? Em qual Território livre?

    Não vejo a hora da cidade de Princesa Isabel vir a ser renomeada por o Novo Quilombo de Zéze Mota.

    Ô Cajarana braba e brava!

    As Terras do Bem Virá. Virão.

    Hasta A La Vista.

    Amigo jornalista e jornaleiro. Lembrados de que, no cotdiano, nunca fomos gazeteiros em sala de aula, na disciplina Moral e Cívica.

    – Paraíba, Terra Amada
    – Via Láctea do civismo
    – Sob o céu do amor traçada.

    Abraço a todos em o nosso afeto que si encerra.

    E Paz e Bem a todos e todas.

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