Cajazeiras-PB, 17/12/2017
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Ator cajazeirense Buda Lira fala dos bastidores de filme, de sua carreira e novos trabalhos

Com exclusividade, o ator paraibano Buda Lira conversou com o portal Wscom sobre o filme “Lamparina da Aurora”, cujo enredo atrai da critica o conceito de suspense e experiência poética.

Veja na íntegra: 

WSCOM – O que “Lamparina da Aurora” traz de diferente para a nova cena do cinema brasileiro?

Buda Lira – O que posso dizer é que o filme é feito por um jovem realizador com uma experiência de Cinema é uma coragem de experimentar muito forte! Não arrisco a dizer que se trata de algo novo! Não é minha praia! Mas a crítica tem destacado muito esse carater experimental do filme os resultados surpreendentes que ele apresenta!

WSCOM – O que o público pode esperar de uma narrativa de diálogos e expressões entre um casal vivendo nas distâncias da vida?

Buda Lira –  Os diálogos entre os personagens foram retirados na montagem do filme, marcando esse caráter experimental que já mencionei! O filme é de imagens, som e silêncio! Com a exceção da narrativa oral, feita pelo poeta Nauro Machado (in memória), que declamas seu poemas, no decorrer do filme! O poeta é pai do diretor Frederico Machado é grande inspirador dos seus filmes!

WSCOM – Particularmente, como você se sente em progressão continuada no cinema, mesmo porque sua praia sempre foi surfar no teatro? É adicional luxuoso?

Buda Lira – Aos pouquinhos, tem surgido oportunidades de trabalhar como audiovisual! É como aprender a andar de bicicleta, quanto mais pedalava, mas vontade dar! O mais importante é ver de perto a produção no Nordeste e na Paraíba, em particular, tomar corpo , gerar movimento! Tomara que conquistemos mais público! Esse é o maior desafio! Tá fazendo parte dessa história é o que vale!

WSCOM – Você é de uma família de atores e gente ligada às artes, em particular as artes cênicas. Isto é coincidência ou o Major (seu pai) caprichou ao fazer a Lirolândia?

Buda Lira – A cidade de Cajazeiras favoreceu essa incursão da família nas artes! O Mojor costuma brincar com minha mãe, Maria Lira, dizendo que ela foi que interrompeu a carreira dele como cantor! Pra quem não sabe, Major foi um bom seresteiro nas noites enluaradas de Cajazeiras! Mas, acho que os dois, Major e Maria Lira geraram essa oportunidade da gente fazer o que queríamos! A vinda pra João Pessoa, po exemplo, foi fundamental para as nossas escolhas! Do bairro da Torre para o mundo, como diria um amigo!

WSCOM – Quais as próximas novidades, os novos trabalhos?

Buda Lira – Agora mesmo, estou a caminho de São Domingos do Cariri, para participar de um curta metragem! “Rasga Mortalha”, filme de Patrícia Aquino! Esse projeto foi aprovado no programa Revelando Brasis, em 2013. Somente agora foram liberados os recursos! Dia 3/12, domingo próximo, será lançado em Recife o docudrama, de Tizuka Yamazaki, “1817 – a revolução Esquecida”. Fiz esse filme em agosto desse ano! O filme foi produzido para TV Escola! Bom, espero que se confirmem outros projetos que estão em fase de preparação!

COM INFORMAÇÕES DO WSCOM

SOBRE Christiano Moura

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