A Faisqueira do Gazeta

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BOMBA, BOMBA! Governador Ricardo Coutinho, brevemente, dará um grande e sonhado presente a Cajazeiras.

Notificada  A cidade de Cajazeiras deverá ser notificada pelo Tribunal de Contas do Estado por ter extrapolado o limite dos 60%  dos gastos com pessoal. Com 61,82% o município terá um prazo dentro do exercício financeiro para que a situação seja corrigida. Esta notificação teve como base os dois primeiros quadrimestres de 2017.

Notificada  Caso a irregularidade seja mantida, o gestor poderá ter as contas reprovadas pelo órgão de controle e ficar inelegível, caso a condenação seja mantida pela Câmara Municipal. Cortar 1,82% com despesa de pessoal não é tão difícil. A cidade de Sousa só investe 52,07% com seus funcionários.

Plutocracia  A resolução do Tribunal Superior Eleitoral que libera o autofinanciamento nas campanhas eleitorais deste ano deixa em larga vantagem para os que candidatos que têm muito dinheiro. Quem é pobre tá lascado. Isto significa que a representatividade em todas as casas legislativas e no executivo será formada pela elite brasileira, por quem tem muita “mufufa”. A contestação pelos menos afortunados já bateram nas portas do TSE.

Cinco de março  Este é o prazo que o Tribunal Superior Eleitoral tem para publicar todas as regras definitivas das eleições de 2018, dentre elas a da definição sobre financiamento de campanha, que tem sido o alvo da operação lava jato e que tem levado muita gente a ser condenada pelos caixas dois da vida. Mas será que vai deixar de existir? Ninguém acredita.

Condenados  Todos os partidos políticos que participaram da coligação da campanha de Dra. Denise Albuquerque, para a prefeitura de Cajazeiras, foram condenados a pagar uma multa de R$5.000,00 por infração de propaganda política. Caso não liquidem, os filiados serão impedidos de registrarem candidatos nas eleições deste ano.

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Água para o povo  Teve um gestor na Paraíba que ao invés de “armar o circo da folia” preferiu encaminhar os recursos para perfuração de poços e matar a sede de água do povo. Quem quis festa teve que meter a mão no bolso e financiar o próprio carnaval. No entanto, outros preferem abrir as portas dos cofres da prefeitura e armar o circo para o povo.

Benemerências  O que dá para entender quando um prefeito paga os funcionários do seu município no nono dia do mês? E se por acaso um morre, outro não vai ao trabalho ou abandona o serviço ou entra de licença sem remuneração, como proceder então? Este é um gesto de pura irresponsabilidade administrativa com o dinheiro que não lhe pertence e também para aparecer na mídia.

Benemerências Pode-se concluir também que neste município não tem nenhum controle com a presença de seus funcionários ao trabalho. Pasmem! Isto aconteceu no município de Santa Helena, na Paraíba. Quando toda empresa tem até o quinto dia útil do mês seguinte para pagar é exatamente em função do tempo necessário para se fazer controle de assiduidade e outros itens intrínsecos à folha. É como se fora feito um pagamento sem a construção da obra.

O esquecido   Já faz algum tempo que não se ouviu mais falar no vice-prefeito de Cajazeiras, Marcos do Riacho do meio, que estaria abundantemente insatisfeito com “este canto de carroceria” que a prefeitura vem lhe dando. Neste carnaval, simplesmente ficou esquecido, sumiu, desapareceu, escafedeu-se.

O esquecido  Marcos estaria aguardando uma definição de Vituriano e poderá até mudar de partido. Talvez, por não acompanhar o candidato a deputado federal do prefeito Zé Aldemir é que estaria sendo colocado numa “prateleira”. Tem alguma coisa debaixo deste angu, que outros pobres mortais desconhecem?

Manda chuva  Quem realmente mandou no carnaval da Juvêncio Carneiro este ano? Estão dando um pão doce para quem adivinhar. Sabe-se apenas que não foi a prefeitura, mesmo sendo a patrocinadora do evento. Que o diga o vereador Jucinério Félix, que é líder do prefeito, que foi “barrado” pela polícia, ao tentar entrar com uma latinha de cerveja e um tubo de refrigerante. Teve gente que comeu sozinho o prato do angu. Tá na hora de democratizar os lucros.

ELIANE BANDEIRA

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