Cajazeiras-PB, 21/11/2017
HOME » CAJAZEIRAS » A Faisqueira do Gazeta

A Faisqueira do Gazeta

jeova-junior-araujo-fev2015

Só se queima a cangalha depois que o jumento morre – O deputado estadual Jeová Campos (PSB) vem produzindo fatos em torno da sucessão municipal de Cajazeiras, que para alguns do circulo do poder, pouco tem contribuído para o processo. Algum tempo atrás lançou o nome de seu irmão como possível candidato a vice na chapa para a disputa da reeleição de Denise.

Só se queima a cangalha depois que o jumento morre 2 – Há poucos dias “queimou” o nome da vereadora licenciada e atual secretária de estado, Léa Silva, fato que teria desagradado a gregos e troianos e defendido em seguida o nome do atual vice, Júnior Araújo, para ser o candidato.

Só se queima a cangalha quando o jumento morre 3 – Esta semana, com sua inquietude, teria defendido o nome de um vereador da oposição, para ser o candidato a vice de Denise, fato que teria “constrangido” inúmeros aliados, além da indignação de outros e que já teriam declarado: “com este nome jamais votarei nesta chapa”, ou ainda: “Jeová perdeu o juízo?” Amigos mais próximos de Jeová afirmam que esta noticia foi “plantada” por um blogueiro com intuito de promover o “indicado” e queimar o deputado.

Só se queima a cangalha depois que o jumento morre 4 – Ao longo da história política de Cajazeiras, se constata que os candidatos a vice, na sua maioria, só são escolhidos na última hora e o caso mais forte foi o do Padre Francivaldo, em 2000, quando às dez horas da noite foi “ungido” como vice de Carlos Antonio. Aguarda-se para esta semana de quem é a cangalha que vai se jogar na fogueira antes do jegue ter morrido. Paciência!

Rápido no gatilho – Vereador cajazeirense passou uma mensagem para o governador Ricardo Coutinho solicitando uma solução para o problema do transporte escolar da rede estadual cujo pagamento estaria atrasado e que os motoristas iriam parar, a resposta foi dada em poucas palavras: “se parar cancelo o contrato”. Nestas questões, sob pressão, o governador é mais grosso do que papel de enrolar prego.

Dormindo em cima do andaime – Tem agente público de algumas cidades da região do Alto Piranhas que está sem dormir desde dia da divulgação de que mais dezenove pessoas seriam “atingidas” pela “Operação Andaime” e outros nem em casa estariam dormindo mais. Um cidadão ao tomar conhecimento fez a seguinte observação: “para se esconder da PF só dormindo nos andaimes das muitas construções que existem por aí”.

Desencarnar – Com as mudanças feitas pela prefeita Denise, no seu secretariado, alguns ainda não teriam tirado os tentáculos dos antigos postos e que estariam persistindo em continuar sentado na cadeira dos atuais, só que em uma cadeira não sentam dois. Este fato estaria provocando constrangimentos. Cabe aquele velho ditado: não adianta largar a mulher e ficar dormindo no mesmo quarto e olhar a ex o traindo.

Reposição – Com a greve acabada dos professores da rede estadual, as reposições das aulas estão sendo realizadas aos sábados, mas como não está tendo transporte escolar neste dia, e como a maioria é da zona rural, tem professor dando aula apenas para um único aluno. Este é um dos retratos da escola pública no Brasil: a escola finge que ensina e o aluno finge que aprende.

Um milhão de reais em droga – A polícia da Paraíba enjaulou dois traficantes de drogas da pesada, que já vinham sendo investigados/rastreados por uma equipe da cidade de João Pessoa. Causou certa estranheza a não participação na investigação de PMS da cidade de Cajazeiras. Por quê? Ninguém teve a resposta.

Gobira – O sapateiro Antonio Gobira, considerado fenômeno eleitoral, como candidato a deputado federal nas últimas eleições, já foi “blindado” pelo PSOL e não vai poder se coligar/unir com nenhuma das “figuras” tradicionais da política cajazeirense e teria sido aconselhado por alguns amigos para de se “descolar” dos mesmos. Gobira tem andado mais do que cobra em pedra quente agradecendo os votos de federal e já pedindo para a de prefeito.

Só poeira – Os últimos poços artesianos perfurados pela prefeitura municipal de Cajazeiras não deu uma gota de água, sinal de que o lençol freático está mais seco que língua de papagaio. O mesmo fenômeno vem ocorrendo com muitos proprietários rurais da região que estão perfurando poços sob suas expensas: prejuízo total. Cada poço, mesmo sem água, custa em média entre três e cinco mil reais.

SOBRE Gazeta do Alto Piranhas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *