[REUDESMAN LOPES] Uma tarde de ouro


Este sábado, dia 20, graças à iniciativa de Luizinho Barrozo que, com ajuda e apoio de alguns amigos, reunirá um seleto grupo de ex-jogadores naquele que ele denominou de um jogo dos amigos, um reencontro de velhos guerreiros que sempre estão sendo reverenciado em lembranças que jamais de apagam da memória daqueles desportistas que o viram em campo, e não esqueceram o talento de muitos deles.

Assim, aproveito a oportunidade para lhe convidar meu caro leitor, para prestigiar esta festa que o futebol cajazeirense vai mostrar nesta data acima citada. Pense neste momento, raro, aliás, raríssimo, que teremos de ver lá no Perpetão o craque Wilton Moreno que, mesmo em idade avançada, nos brindará com o seu refinado futebol que encantou-nos em tantas jornadas nos domingos de Higino Pires Ferreira e Perpetão e que após algumas décadas volta a esta terra  que o consagrou como um dos seus maiores jogadores. Aliás, o retorno de Wilton Moreno, muito embora bastante rápido, já nos é um belo presente.

Mas, veremos novamente nomes como Beré que brilhou não apenas em Cajazeiras e, sim, em muitas cidades nordestinas com a sua maestria no toque e no passe de bola que o caracterizou durante todo o tempo que esteve às muitas camisas do futebol nordestino, Darlan que como volante ali na marcação sabia como ninguém não apenas tomar a bola dos adversários, mas, tinha uma capacidade enorme de passar e lançar a pelota, e o que dizer de Pelado que nos anos 80 como lateral já cumpria em seu jogo uma definição tática de também atacar e chegar aos cruzamentos com uma capacidade técnica tão grande que acabou sendo convocado para uma seleção paraibana de futebol de novos, outro fantástico, Caçote, rápido, driblador e goleador, uma história.

Some-se a estes verdadeiros e mais alguns “monstros” da terra do Padre Rolim, reverenciamos aqueles que de outras “praças” nos honrou com suas presenças em defesa de nossos clubes, falo de Dinho a quem o denominava de “carrapato”, o fantástico Mazinho nosso lateral esquerdo lá do Ceará, o “ligeiro” Galeguinho e o sempre “homem gol” Pioca, ambos de Sousa, fico nestes, ressaltando que são tantos aqueles que com a sua “bola” nos enchia de alegria nas fenomenais conquistas que guardo aqui o sigilo de outros grandes craques que estarão em campo nesta jogo do reencontro, para que não se quebre as surpresas que vamos aprontar para aqueles amigos que como nós estarão a prestigiar e a festejar este momento que Deus nos concede que se traduzirá em uma tarde realmente de “ouro” para todos nós.

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Papo de bola – Com imensa alegria, assim recebi em nossa residência os eternos amigos, Wilton Moreno, Luizinho Barrozo e Pelado. Foi um longo papo de bola, relembramos o Duque de Caxias que com o seu futebol encantava aqueles que em campo teve a felicidade de vê-lo jogar, depois passamos pela seleção cajazeirense de futebol de juniores nos anos 80 e chegamos ao Atlético. Recordações de um passado que continua muito vivo em nossas memórias pelo que representou para o futebol cajazeirense cada um destes momentos tem as suas histórias de imensas glórias.

Vale um replay – Mesmo ainda não tendo acontecido, o jogo do reencontro que vai marcar esta festa onde grandes amigos da bola voltarão a se encontrar, já está sendo agendado para um “replay” em 2017. E, como estamos nos preparando para as homenagens que serão feitas ao “craque do século” Perpetúo, nada mais fenomenal que uma partida entre estes que também são considerados os “fantásticos” do nosso futebol. Tudo faz crer que teremos uma festa daquela que merece aquele que pelo sertão nordestino tão bem representou o nome da terra do Padre Rolim, Perpetuo Correia Lima.

BOLA DENTRO – Para o Botafogo de João Pessoa que a cada rodada chega mais perto do mata-mata para a Série B. Liderando o seu grupo o Belo, se não “amarelar” vai nos presentear com o seu acesso. Trabalho sério e competente, por isso vale a NOTA 10!

BOLA FORA – Para o Voleibol Feminino do Brasil no Rio 2016. Foi muito ôba ôba e o resultado acabou sendo a sua eliminação para a China que se tornou o nosso “calo”. Hora de novos ares e uma reformulação geral. Sim, NOTA 0!

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