José Guimarães Coêlho, o Zé Crispim

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José Guimarães Coêlho ou, simplesmente, Zé Crispim, nasceu em 14 de abril de 1922, na Rua Padre Rolim, nº 121, na cidade de Cajazeiras. Foi, pela ordem, o oitavo filho do casal professor Crispim Sizenando Coêlho (1872-1977) e de Maria Guimarães Coêlho (1882-1967). É descendente das famílias cajazeirenses Rolim, Coêlho e Guimarães.

Dentre suas atividades laborais, Zé Crispim incorporou-se ao 22° Batalhão de Caçadores do Exército Brasileiro em 13 de janeiro de 1943, em plena época da 2ª Guerra Mundial, tendo participado ativamente de operações militares em missões de patrulhamento, vigilância, segurança e defesa da costa litorânea nordestina. Nos estados da Paraíba, Pernambuco e Alagoas, trabalhou junto aos 20°, 37° Batalhões
de Caçadores e ao 3° Batalhão do 14°,Regimento de Infantaria.

Transferido para o Rio de Janeiro, onde prestou serviços durante um certo tempo, licenciou-se do Exército em 9 de outubro de 1950, quando exercia a função de 3° Sargento do então Batalhão da Guarda Presidencial.

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Retornou, então, a Cajazeiras, passando a residir no sítio Queimadas, atual
município de Bernardino Batista. Ali, dedicou-se a atividades ligadas à agricultura.

Do seu enlace matrimonial com Vicência Lourenço Coêlho (1929-1991), nasceram os seus oito filhos: Maria de Fátima (in memoriam), Maria Clara, Crispim, José
Filho, Carlos Alberto (Beto), Luciano, Eduardo Vicente e Ricardo.

No final de sua passagem pela terra, foi residir na localidade conhecida como Vazante, ao lado do Açude Grande de Cajazeiras, onde, conforme ele falava, se sentia confortável e era visitado e admirado pelos familiares mais próximos, parentes e amigos de cujo convívio desfrutava.

Zé Crispim faleceu em outubro de 2016 e foi sepultado em Cajazeiras.

ELIANE BANDEIRA

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