Empresário ofereceu R$ 5 mil para desvirginar adolescente


ESTUPRO

A mãe de uma adolescente de 13 anos diz que sua filha foi estuprada e que o agressor, um empresário de João Pessoa, teria oferecido R$ 5 mil quando soube que ela era virgem (veja no vídeo). Segundo ela, a filha foi induzida a entrar em um carro para atender o pedido de uma grávida durante evento evangélico na madrugada de domingo (17). Segundo a mãe, o homem, que chegou a ser detido e depois liberado, dirigia o carro que levou a menina até o escritório dele, onde ela foi beijada e acariciada.

Depois de conversar com a filha, a mãe da vítima contou que a grávida tratou a menina como um presente para o empresário. “Ela disse, ‘é virgem, linda, novinha, gostou do teu presente?’. Como se minha filha fosse uma coisa qualquer”, relatou.

Ainda segundo ela, o empresário teria oferecido R$ 5 mil para tirar a virgindade da garota. “Quando ela dizia que minha filha era virgem, ele dizia ‘não tenho preconceito com isso, não’. Então quer dizer que ele estava fazendo isso com outras menores de idade também”, acrescentou a mãe.

Segundo a delegada da Mulher, Maria Rodrigues, que colheu o depoimento, a menina disse que não queria ter nenhuma relação com o homem. “De acordo com o depoimento dela, ele acariciou, beijou e tudo isso configura o crime de estupro”, disse a delegada.

Segundo informações de Maria Rodrigues, o empresário abusou da menina dentro da sua empresa, localizada na orla de João Pessoa. O empresário prestou depoimento na Delegacia da Mulher e depois foi liberado para responder ao processo em liberdade.

Entenda o caso

De acordo com a delegada, a menina contou em seu depoimento que foi forçada a entrar no local. Ainda de acordo com Maria Rodrigues, o empresário foi autuado em flagrante pelo crime de estupro.

A adolescente de 13 anos que afirma ter sido vítima do abuso sexual foi encaminhada para o Instituto de Polícia Científica (IPC), para que fosse feito o exame de corpo de delito. A previsão é de que o resultado do exame saia em pelo menos 30 dias. Após prestar depoimento, o empresário foi liberado e deve responder em liberdade.

G1

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