[CLEMILDO BRUNET] Mãe: uma só


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Muito acertada a escolha do segundo domingo de maio para as homenagens as mães em todo o mundo, tanto pelo seu valor histórico inicial, como também na forma coletiva de se reunir em cada lugar onde houver uma mãe, os filhos ao seu redor prestar-lhes as homenagens que lhe são devidas. Bom seria que ela não fosse lembrada tão somente nesse dia em meio à efervescência das comemorações, mas sim em todos de sua existência. È como diz o ditado: Mãe: uma só.

Tão singelo é o nome de mãe que coaduna muito bem com o sentimento sublime do amor. O sentimento de mãe fala mais alto do que as palavras. Ela é a essência personalizada do amor que se deixa extravasar ainda que seus filhos não lhe deem a devida atenção. Excetuando o amor de Deus pela humanidade, o amor de mãe excede toda extensão da capacidade e habilidade da espécie humana.

Mãe é mãe, não há outra no mundo. Se alguns dos filhos de outrora deixaram de ter essa compreensão, muito mais agora nos dias que estamos vivendo. É uma lástima o que vem ocorrendo no tempo atual, filhos que abandonam suas mães em abrigos ou lugares a esmos sem se importarem com os seus padecimentos.

Quão não tem sido de valor inestimável uma mãe no seio da sociedade, mesmo aquela que, pelo infortúnio do destino tornou-se mãe solteira e arcou com seu erro, assumindo com responsabilidade o ofício de pai e mãe para dar uma boa educação ao filho, afim de mais tarde vê-lo como cidadão de bem e respeitado por todos.

No coração materno há uma chama de esperança que nunca se apaga.

Por mais que o filho seja um vilão, ela não o vê assim. Padece por ele, pede a Deus a proteção divina sobre sua vida e passa a ser motivo constante de sua preocupação. Não é sem razão que o poeta inspirado numa canção diz: “Ser mãe é padecer num paraíso”.

A missão de ser mãe atribuída única e exclusivamente à mulher vem desde o início da humanidade, não há outra espécie no mundo que por mais que se esforce a destrone e tome o seu lugar. Deus a fez assim: Mulher.

A bíblia faz uma exaltação à mulher como algo precioso e raro entre os seres humanos.

“Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias… Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas”. Pv. 31:10,28,29

Sofre as dores de parto, no entanto, como disse Jesus: “A mulher, quando está para dar à luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem”. Jo. 16:21, a satisfação de contemplar o seu filho querido, o coração de mãe se desdobra em oferecer o melhor para ele. O tempo passa e ela o acompanha no dia a dia com todo amor.

Pobre ou rica, negra ou branca, gorda ou magra, não importando a que classe social pertença, seja de cor, raça ou religião aqui e alhures, só uma mãe consegue compreender e falar tanto de seus filhos e com entendimento materno a tal ponto, que compreende as preocupações, dúvidas e temores que outra mãe sente.

Eu não tenho mais a minha, desde o dia 13 de outubro de 1980 que ela foi levada para o seio de Abraão, porém, sinto muito a sua falta. Contudo, deixou-me o legado do seu amor em seus ensinamentos no caminho do bem: Resignação, perseverança e esperança. Ela sempre me dizia: “Meu filho: Uma mãe é para cem filhos e cem filhos não é para uma mãe”.

MÃE – defende os filhos com um amor voraz, quer pratiquem o bem ou o mal.

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