Américo Sérgio Maia, padre e deputado

Personagens que fizeram e que fazem a história de Cajazeiras

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Américo Sérgio Maia, padre, deputado estadual na Paraíba por várias legislaturas, nasceu em 1916, em Catolé do Rocha, filho do Capitão Sérgio Hermenegildo e Otília Idalina Maia de Vasconcelos.

Concluiu o curso de Teologia em 1940 no Seminário Central de São Paulo e Licenciatura em Filosofia na Universidade Católica de Pernambuco, em 1970. Foi Vigário da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Catolé do Rocha (PB), de 1942 a 1945, e da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, em Cajazeiras, de 1946 a 1956.

Era zeloso pelas coisas religiosas, realizando, todas as noites, as bênçãos solenes, após o que circulava a Igreja, rezando o seu breviário (ainda em latim) e fiscalizando os jovens para que não permanecessem namorando em torno da Igreja. Se assim o desejassem, que o fizessem mais adiante, na pracinha defronte, onde fica o coreto. Mas recomendava: namoro sem agarramento.

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Como cuidava ele, com o seu auxiliar Padre Francisco Pereira da Nóbrega, da Cruzada Eucarística, do Apostolado da oração, das Filhas de Maria, sem esquecer da Ação Católica, que patrocinava a Juventude Operária Católica e Juventude Estudantil católica e a Juventude Universitária católica, todas em Cajazeiras.

Foi professor de Teologia, Português, Latim, História do Brasil, Psicologia, entre outros, em diversos seminários, escolas e faculdades. Chanceler da Cúria Metropolitana de Goiânia (GO), de 1961 a 1962, e da Cúria Diocesana de Santo André (SP), de 1963 a 1964.

Ingressou na política em 1971, como deputado estadual, cargo que exerceu continuamente até 1986. Integrou e presidiu, de 1969 a 1973, o Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica.

Pesquisador da história e genealogia da Família Maia, legou às gerações futuras inestimável trabalho, composto de anotações, fotografias, documentos, etc., material que vem sendo cuidadosamente selecionado por membros da família, para eventual publicação, o seu último desejo. Faleceu em 16 de abril de 1999.

ELIANE BANDEIRA

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